PROGRAMA RUPEAL · EDIÇÃO 2027

O conselho de administração
que tu, dono do negócio,
nunca tiveste.

Conselho Privado é uma mesa fechada de dez empresários portugueses, com EBITDA acima de 500k €, que se reúne três vezes por ano sob a presidência do Rui. Cada um actua como investidor‑sombra dos outros nove. Cada um presta contas à mesa. A primeira edição abre em 2027.

A TESE

Os donos de negócio que controlam
as suas empresas
não têm a quem prestar contas.

Quem tem accionistas, presta contas a accionistas. Quem tem board, presta contas ao board. Mas quando és tu o accionista e tu o board, a quem prestas contas?

A maioria dos donos de negócio portugueses neste tier está exactamente nesta posição. Têm controlo absoluto. Não têm contrapeso. As decisões pesadas — vender, suceder, escalar, sair — tomam‑se em conversas internas ou em silêncio. E é nesse silêncio que muita coisa corre mal.

Conselho Privado é uma resposta a este vazio. Dez empresários no mesmo nível que tu, a actuar como o teu board. Um Chairman a presidir. Um método que te obriga a expor o negócio, decidir em frente da mesa, e prestar contas do que prometeste cem dias depois.

É como se cada um deles fosse dono de uma participação de um milhão na tua empresa. Sem o ser — mas a actuar como tal.
PARA QUEM É

A mesa não é para todos.
Só faz sentido se três coisas forem verdade.

CRITÉRIO 01

Tens controlo da decisão.

És fundador ou sócio maioritário. Quando a mesa debate uma venda, tu és quem assina. Não há intermediários nem boards reais a aprovar — e é exactamente por isso que estás aqui.

CRITÉRIO 02

Tens escala real.

A tua empresa gera mais de 500k € de EBITDA por ano. Já passaste o estágio de provar que existe; agora estás a decidir o que vem a seguir. O que perdes ou ganhas com uma decisão errada são milhões, não milhares.

CRITÉRIO 03

Estás disposto a prestar contas.

A mesa não está aqui só para te validar. Está aqui para te confrontar com a tua execução. Quem só quer aplauso ou inspiração não pertence neste conselho.

DO RUI PEDRO ALVES

Os donos das suas empresas
raramente são confrontados
com a realidade.

Em quase duas décadas a construir empresas, aprendi uma coisa que ninguém me diz no princípio: o problema raramente é falta de informação. É falta de espelho.

Quando és tu o accionista, o board e o CEO ao mesmo tempo, andas com uma pinta na testa que todos veem menos tu. Ou pior: andas com mau hálito — e quem está mais perto, mais sente. Mas ninguém te diz.

Sócios não te dizem porque dependem da relação. Equipa não te diz porque depende do salário. Família não te diz porque te ama. E quando, ainda assim, alguém arrisca dizer — muitas vezes já não consegues ouvir, porque há muito que decidiste que ninguém percebe o teu negócio tão bem como tu.

Conselho Privado é o sítio onde te dizem. Onde não há dependência. Onde não há medo. Onde a única regra é que cada um dos nove pares à mesa olhe para ti como se fosse dono de uma participação de um milhão na tua empresa — e te diga o que veria daquela posição. Sem floreado. Sem cuidado. Sem pena.

A diferença entre vender bem e vender mal, entre suceder com método ou destruir o que se construiu, entre escalar e implodir — essa diferença raramente está no que sabes. Está em quem te confronta, com peso real, no momento em que ainda há tempo de ouvir.

Não sou consultor. Não sou facilitador profissional. Sou Chairman desta mesa. O papel que tu, sócio maioritário, nunca tiveste em casa.

— Rui Pedro AlvesFundador e Chairman, Conselho Privado RUPEAL
AS TRÊS REUNIÕES

Três reuniões de conselho por ano.
Dois dias intensivos cada.

A mesa reúne‑se três vezes por ano em reunião fechada, com cerca de cem dias entre cada encontro. Chegada na noite anterior, dois dias inteiros de trabalho, saída no fim do segundo dia. Sem clientes, sem telefone, sem distracção. As datas concretas de cada edição são fixadas no início do ano, para que tudo o resto se agende em volta.

Entre reuniões.

Cerca de cem dias entre cada encontro. Um canal privado entre os dez membros e o Rui. Para quando uma decisão não pode esperar até à próxima reunião. Para quando precisas de uma opinião rápida de quem sabe do que estás a falar.

Onde se reúne.

Cada reunião num local diferente. Algarve. Alentejo. Douro. Sítios onde o telefone tem pouca razão para tocar e a conversa tem tempo para chegar onde tem de chegar.

COMO SE TRABALHA

O valor não está na sala.
Está no ciclo de cem dias.

Entre cada reunião passam cerca de cem dias. O que faz o Conselho Privado funcionar não é o tempo na sala — é o método que existe à volta dela. Três fases. Para cada empresário, em cada ciclo.

FASE 01

O relatório que nunca ninguém te obrigou a fazer.

Antes de cada reunião, preparas um relatório detalhado sobre o estado da tua empresa. Receitas. Custos. EBITDA. Contabilidade. Sócios e estrutura. Crescimento. Pessoas, organigrama funcional, cultura. É o relatório que apresentarias a um board real, se o tivesses. Aqui, fá‑lo‑ás três vezes por ano. O exercício é exigente — e é onde está metade do valor.

FASE 02

Noventa minutos à frente da mesa.

Na reunião, tens noventa a cem minutos só para a tua empresa. Os outros nove membros leram o relatório com antecedência. O Chairman conduz a sessão. Tu apresentas o estado actual, os problemas em cima da mesa, e a agenda que trazes. A mesa devolve insights, perguntas duras, e perspectivas — como se cada um deles tivesse um milhão investido no teu negócio.

FASE 03

Cem dias para entregar.

Sais da reunião com compromissos públicos assumidos perante a mesa. O que vais focar e o que vais entregar nos próximos cem dias. Na reunião seguinte, o Chairman abre a tua sessão por aí: o que prometeste, fizeste? E o que aprendeste com o caminho? É aqui que o método se diferencia de qualquer outra mesa de empresários. Sem accountability, não há decisão executada.

CONFIDENCIALIDADE

Tudo o que se diz na mesa,
fica na mesa.

A mesa não existe sem confidencialidade absoluta. O que entra fica — números, planos, dúvidas, fragilidades, conversas pessoais que tocam o profissional.

Cada empresário assina um acordo de confidencialidade simples no momento da entrada. Não é teatro jurídico — é o registo formal de uma regra que vive antes do papel: o que se partilha aqui, não sai daqui. Nem entre membros, nem para fora.

A quebra desta regra é a única falta com expulsão imediata.

INVESTIMENTO

O investimento é proporcional
ao que está em causa.

O Conselho Privado custa vinte mil euros por ano, mais IVA, pagos antes da primeira reunião. Inclui as três reuniões de conselho (dois dias intensivos cada), o acompanhamento de preparação dos relatórios, o seguimento dos compromissos entre reuniões, e acesso ao canal privado da mesa. Estadia, refeições e deslocações ficam por conta de cada membro.

PREÇO FUNDADOR

15.000 € nos primeiros dez membros.

Os primeiros dez membros pagam quinze mil euros no primeiro ano. Em reconhecimento da confiança de entrar numa primeira edição. A partir da segunda edição, o valor é vinte mil para todos.

Não há fee de entrada. Não há custos extra. Não há reembolso parcial — quem entra, entra para o ano inteiro.

Se em algum momento decidires que a mesa não é para ti, sais quando quiseres. Mas o lugar fica. A mesa segue.

COMO ENTRAR

A maioria dos lugares
está reservada por convite.

A primeira edição do Conselho Privado abre em 2027 com dez lugares — todos a preço fundador (15.000 € no primeiro ano). A maioria está já reservada por convite directo, a empresários com quem o Rui mantém relação próxima e cujo perfil se enquadra.

Os lugares restantes ficam abertos a candidatura. Se te identificas com a tese desta mesa, podes submeter a tua candidatura através do formulário em baixo. Cada candidatura é seguida de uma entrevista de uma hora com o Rui.

Se houver fit mútuo, há lugar. Se não, há sempre a edição seguinte — ou a recomendação do Rui para outro caminho que faça mais sentido para ti naquele momento.

CANDIDATURA — EDIÇÃO 2027

Seis perguntas. Vinte minutos.

A candidatura é simples mas séria. Responde com honestidade — o filtro acontece aqui, antes da entrevista. Vais receber resposta do Rui pessoalmente em duas semanas.

Quais foram as últimas três decisões difíceis que tomaste no teu negócio?

Toda a informação enviada é confidencial e tratada apenas pelo Rui. Não é partilhada com mais ninguém em nenhuma circunstância.